Bosch a recrutar para condução autónoma Tem 90 vagas em Braga

No entanto, a 19 de novembro a empresa comunicou o levantamento antecipado da medida, com efeitos a 24 de novembro, graças à normalização do fornecimento e às medidas internas adotadas, advertindo, contudo, para a possibilidade de futuras interrupções de produção ou ajustes de horários. Em outubro, a Bosch anunciou a aplicação do regime de lay-off a cerca de 2.500 dos seus aproximadamente 3.300 trabalhadores da fábrica de Braga, com efeitos a partir de novembro e com uma duração prevista de seis meses. O Governo neerlandês anunciou hoje ter suspendido a intervenção na Nexperia, que permitia bloquear decisões da empresa chinesa de semicondutores que ameaçassem a produção de ‘chips’ na Europa, para reduzir a tensão com a China após semanas de conflito político.

Para o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, a Bosch “é uma empresa de vanguarda extremamente importante para a economia do concelho e para as populações. “O Município de Braga e a InvestBraga reconhecem a importância estratégica do projeto para o desenvolvimento do Concelho. Com este novo investimento, o grupo pretende recrutar cerca de 50 novos trabalhadores no período de três anos. O projeto, que ficará concluído até 2025, prevê a construção de dois novos edifícios para aumentar a capacidade produtiva e tecnológica, assim como a sua atividade de investigação e desenvolvimento. A Bosch Car Multimedia vai investir 15 milhões para ampliar a unidade industrial de Braga.

  • Contudo, confirmada a venda da maior parte do negócio de tecnologia de segurança e comunicações da divisão de Building Technologies à empresa europeia Triton (mais informação), e que afeta esta unidade da Bosch em Portugal, a partir deste ano 2025, inclusive, os resultados desta área de negócio deixam de constar no volume de negócios local.
  • Isto estende-se desde a configuração detalhada de microcomponentes como parte do desenvolvimento do produto, até ao design completo do equipamento de produção na área de maquinaria para fins específicos.
  • Segundo refere, atualmente continuam a registar-se "perturbações na produção e ajustes temporários nos horários de trabalho" nas fábricas da Bosch em Ansbach e Salzgitter, ambas situadas na Alemanha.
  • A Bosch de Braga retoma, esta segunda-feira, o regime normal de laboração, levantando o lay-off iniciado este mês e que estava previsto durar até abril de 2026 devido à escassez de componentes, anunciou a empresa na semana passada.
  • Na mesma nota, a empresa diz que as suas “equipas de especialistas estão em contacto próximo com a Nexperia, um dos nossos fornecedores de componentes eletrónicos, assim como com os clientes afetados e outros fornecedores e subfornecedores”.

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Por outro lado, o SITE Norte considera “inaceitável” que a Bosch, um dos maiores exportadores nacionais, admita que os custos do lay-off sejam pagos pela Segurança Social (dinheiro dos trabalhadores). Em comunicado, o SITE Norte acrescenta que a penalização por aquela decisão da multinacional não deve recair sobre os trabalhadores, reduzindo os seus salários e os descontos que vão determinar o valor das suas reformas. O Sindicato das Indústrias Transformadoras do Norte (SITE Norte) considerou esta quarta-feira que a Bosch de Braga “tem todas as condições” para pagar a 100% os salários dos 2.500 trabalhadores que decidiu, “à socapa”, colocar em lay-off. SITE Norte considera que a penalização por aquela decisão da multinacional não deve recair sobre os trabalhadores, reduzindo os seus salários e os descontos que vão determinar valores das reformas. Pode cancelar a subscrição em qualquer altura. A medida tinha sido aplicada em setembro por receio de riscos para a produção de ‘chips’ na Europa.

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Segundo o responsável, a unidade bracarense vai sofrer uma transformação do portfólio de produtos, que passará gradualmente dos sistemas de “infotainment” para soluções como computadores de bordo, câmaras e sensores. Entretanto, foi confirmada a venda da maior parte do negócio de tecnologia de segurança e comunicações daquela unidade, pelo que a partir de 2025 os resultados da unidade deixam de constar no volume de negócios local. No caso da unidade de Ovar, registou também em 2024 um "ligeiro acréscimo" das suas vendas internas. Para responder a esta tendência das inovações na área automóvel, a Bosch em Braga tem vindo a adaptar e expandir o seu portfólio de produtos, com uma maior aposta no desenvolvimento de sensores de perceção e localização, sistemas de comunicação entre veículos e infraestrutura rodoviária, soluções para a monitorização dos ocupantes de veículos e aplicações para a mobilidade. Em 2024, a unidade de Braga Bosch registou um crescimento de 18% relativamente ao ano anterior. "É em Braga que o carro do futuro irá ser construído", disse um responsável da empresa.

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Esta iniciativa serviu de palco para a apresentação dos resultados financeiros da empresa em Portugal referentes a 2024, bem como para discutir a sua visão estratégica e os desafios da mobilidade e da economia global. Accesso a Condições da Comunidade Bosch. Peças de substituição A nível global, o grupo Bosch fechou 2023 com um total de 429 mil trabalhadores, que estão distribuídos por 136 localizações em todo o mundo, e uma faturação de 91,6 mil milhões de euros, mais 3,8% do que no ano anterior.

Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados. Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Além disso, tem recebido cada vez mais sensores e câmaras que são fundamentais para a perceção do ambiente em veículos e para o desenvolvimento de veículos autónomos.

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Na fábrica de Braga, que é a maior unidade do grupo em Portugal, a reorganização da mobilidade na Bosch irá traduzir-se numa transformação do portfólio de produtos, que passará gradualmente dos sistemas de “infotainment” para soluções como computadores de bordo, câmaras e sensores. Esta transformação “terá o seu impacto no portfólio de produtos e, consequentemente, no negócio da unidade em Braga”, adianta Carlos Ribas, responsável da Bosch em Portugal e diretor técnico da unidade bracarense, em comunicado citado pelo Jornal de Negócios. Referindo a guerra na Ucrânia "e todas as suas implicações" como "uma das incertezas" atuais, o grupo alemão considera que "destaca a pressão sobre os decisores políticos e a sociedade para que se tornem menos dependentes dos combustíveis fósseis e procurem vigorosamente o desenvolvimento de novas fontes de energia". Globalmente, o grupo Bosch aumentou as receitas em 5,2% no primeiro trimestre de 2022, esperando terminar o ano com uma subida superior a 6% e uma margem EBIT operacional entre os 3% a 4%, "apesar da probabilidade de encargos consideráveis, especialmente devido ao aumento dos custos de energia, matérias-primas e logística". Quanto à unidade de Service Solutions em Lisboa, dedicada à prestação de serviços nas áreas de experiência de cliente, mobilidade, monitorização e processos de negócio, registou um crescimento de 15%, ultrapassando o volume de negócios anterior à pandemia, enquanto a área de Bens de Consumo, que engloba os eletrodomésticos e as ferramentas elétricas, teve um crescimento de 16% em 2021. "Em 2021 alocámos cerca de 50 milhões de euros à criação de soluções tecnológicas inovadoras e submetemos o registo de mais de 50 patentes relativas aos resultados de alguns dos maiores projetos de inovação em Portugal. Assinámos ainda novas parcerias com universidades portugueses, dando um claro sinal de que a Bosch pretende continuar a investir no país", sublinhou Javier González Pareja.

Para além disso, a previsão é de que as equipas da Bosch em Aveiro continuem a aumentar também no desenvolvimento de software para diferentes áreas do Grupo. A Bosch continua à procura de talentos para reforçar as suas equipas de I&D em Portugal, e para isso volta a dinamizar eventos de recrutamento que vão decorrer entre os dias 02 e 09 de julho nas unidades de Aveiro e Braga. Os quadros afastados, incluindo o então CEO da Bosch Portugal, impugnaram em tribunal a decisão da multinacional, que disse ao Negócios estar “fortemente comprometida” com “uma conduta empresarial ética, independentemente do bosch-career.pt cargo ou função dos colaboradores envolvidos”. A nota sublinha ainda que “a fábrica da Bosch em Braga consegue produzir sem necessidade de recorrer a um regime de lay-off a partir de 24 de novembro de 2025”.

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